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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Gibiducar ANO 3, Nº 1 | Atuação e perfil do(a) recepcionista

O Gibiducar é uma proposta pedagógica que visa a compartilhar de forma lúdica competências e conhecimentos associados à hospitalidade. Inspirado em trabalhos semelhantes, como o GIBIO da UFSCar campus Sorocaba, tal projeto é direcionado aos alunos dos cursos técnicos, livres e aprendizagem comercial do Senac – SP, unidade Aclimação. 

Nessa primeira edição, do terceiro ano, elaborada pela turma 03.05 da aprendizagem, o leitor encontrará reflexões sobre o bom e mau atendimento do(a) recepcionista.


Elaboração e realização:
Alana Nogueira, Antônio Brito, Ariany Amorim, Beatriz Bibiano, Beatriz Bueno, Bruno Gomes, Caique Bernardo, Camila de Assis, Carlos Ramos, Dominique Vieira, Felipe Freitas, Felipe Reis, Gabriel Lopes, Gabriel Martins, Gabriela Charbe, Gabryel Frachia, Giovanni Nunes, Guilherme Rodrigues, Guilherme Expedito, Gustavo Nunes, Ingrid Santana, Isabela  Cabral,  Izabella Torres, Kayo Fernandes, Keller Baptista, Kleber Cerqueira, Larissa Nadai, Larissa oliveira, Lucas Guerra, Mariana Rossetto, Nathalia da Rocha, Natália Rodrigues, Paloma Piaulino, Pamela Miranda, Rafael Bruini, Rafaela Romano, Rodrigo Santana, Rogério Arrais, Sabrina Massagardi, Taina Piaulino, Thais de Sá, Thiago Lopes e Wesley Ribeiro.
Professor responsável pelo projeto e editor:
Fábio Ortolano
Coordenador de área:
Humberto de Camargo Neves
Técnica-Coordenadora de área:
Juliana Dalla  Martha Rodriguez
Gerente da unidade
Irecê Nabuco de Araújo
SENAC Aclimação

2016

Clique nas imagens para ver o material completo digitalizado. 




















































quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Americana: da cidade privatizada ao turismo de base local*

Nos últimos anos em que a globalização tem se localizado em cada pedaço do globo e que o neoliberalismo tem se instituído como a máxima geopolítica em prol dos interesses de mercado, os Estados têm perdido seu poder sobre o futuro do meio ambiente, e como parte deste, da humanidade. Não é novidade que Americana tenha se configurado como cidade industrial, contudo, mesmo hoje após termos mudado nossa economia, tendo a maior parcela do nosso Produto Interno Bruto associado ao comércio e serviços, o planejamento urbano ainda está refém de uma ótica capitalista-mercantil. 

Nossa cidade, igualmente outras mundo afora tem se materializado como mercadoria. Assim, sendo um espaço a ser consumido, observa-se a supremacia do privado em detrimento do coletivo. A especulação imobiliária, o sucateamento dos parques públicos, a destruição dos patrimônios histórico-culturais e das reservas e mananciais, somados ao aumento da violência e mazelas sociais são alguns dos reflexos disso. Somente o privado é salvaguardado e preservado pelos muros, mensalidades e investimentos. Como tristes exemplos disso, contamos mais de 13 anos com o Casarão do Salto Grande fechado e a degradação crônica da Gruta Dainese. 

Estamos transformando a maior reserva de mata atlântica de Americana num lixão a céu aberto. O cúmulo da ilegalidade, um lixão dentro de uma unidade de conservação de proteção integral. Diante disso, embora o turismo possa ser cooptado pelo sistema político, econômico e social no qual vivemos, é também na contraposição desse contexto caótico que pode representar uma alternativa para o lazer, educação para sensibilidade e retomada do pertencimento e laços de sociabilidade para o coletivo. 

Jost Krippendorf, ao escrever sobre a sociologia do turismo, nos aponta que as cidades focadas no trabalho e na produtividade não têm dado muita atenção para o lazer e vida plena de seus habitantes. Em Americana, penso que temos priorizado ações focadas em alguns segmentos sociais, como atividades recreativas com a 3ª Idade em alguns bairros, contudo, mesmo sendo ótimos projetos, é preciso refletir na amplitude das políticas. O ideal é pensarmos numa cidade de todos e para todos. E isso demanda um olhar para as minorias políticas, pessoas em situação de vulnerabilidade, distintas faixas-etárias, classe social, etc. 

No Fórum de Turismo e Desenvolvimento Local de Americana, ocorrido em 14 de novembro de 2015 na câmara municipal, um dos elementos apontados foi o direito à cidade. É curioso como temos trajetos de ônibus em que percorremos praticamente todos os cantos da cidade, mas não temos nenhuma linha que percorra os principais patrimônios sócio-ambientais do município. 

Alinhamo-nos a ideia de que o lazer e o turismo representam estratégias para sensibilização e valorização de nossa história, patrimônio e memória, contrapondo à lógica mercantil de uma cidade para produtividade. A função crítica da atividade turística por meio da sensibilização expõe todas as potencialidades e mazelas do social, podendo dar espaços a novos valores e significados, preferencialmente menos perversos. Da experiência do turismo e lazer pode emergir uma ética que supere a visão de cidade funcional e vida fragmentada, trazendo a totalidade do corpo e alma, homem e natureza, conhecimento e prática. Nessa perspectiva, a cidade turística não é apenas do viajante, mas primeiramente daquele que o recebe e se vê como protagonista na prática da hospitalidade.

* Texto originalmente enviado como colaboração ao Jornal O Liberal e Portal Novo Momento 

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Exposição "O que lhe encanta?"

A presente exposição é composta por trabalhos que foram realizados pela turma de Camareiros em Meios de Hospedagem, formada por alunos do SENAC Aclimação oriundos do Congo, Nigéria, Camarões e Brasil, refugiados e/ou filiados à programa social da Prefeitura de São Paulo. A mostra, organizada no dia 15 de maio de 2015, buscou apresentar de forma lúdica e artística elementos importantes para formação na área de hospitalidade.

A atividade artística teve como proposta o desenvolvimento de reflexões sobre sentidos de encantamento para fidelização e hospitalidade na hotelaria, bem como na vida.  Assim, os autores-expositores aqui apresentados retrataram suas percepções acerca do que lhes encanta. 




Clique na imagem para ampliá-la. 


Obra: “A voz da paz”
Lápis sobre papel
Autor: Tifani Ndangi Bazakinina
Reprodução digital 20x30

Obra: “Amor de coração”
Lápis sobre papel
Autor: Julie Kongolo Kasambi
Reprodução digital 20x30

Obra: “Música, família e liberdade”
Lápis sobre papel
Autor: Cristian Barbosa dos Santos
Reprodução digital 20x30

Obra: “Uma piscina”
Caneta sobre papel
Autor: Lysette Okoma Kitete
Reprodução digital 20x30

Obra: “A cantora e a árvore”
Guache e lápis sobre papel
Autor: Pemba Dindwala
Reprodução digital 20x30

Obra: “Encantadora de serpentes”
Lápis sobre papel
Autor: Carlos Alberto dos Anjos Maziaz
Reprodução digital 20x30

Obra: “Antiguidade histórica”
Lápis e canetinha sobre papel
Autor: Silvio Luiz de Oliveira
Reprodução digital 20x30

Obra: “Hotelaria, liberdade e música”
Lápis sobre papel
Autor: Alex Sandro Santos dos Reis
Reprodução digital 20x30

Obra: “Basket”
Canetinha e lápis sobre papel
Autor: Elodie Dimbu Nzonkatu
Reprodução digital 20x30

Obra: “Amor”
Guache sobre papel
Autor:  Gode Frida Mbombo Biduya
Reprodução digital 20x30

Obra: “Mão e coração”
Lápis e guache sobre papel
Autor: Ngozi Ogbureke
Reprodução digital 20x30

Obra: “O jogador”
Lápis e guache sobre papel
Autor: Papy Pembele Matondo
Reprodução digital 20x30